quarta-feira, 30 de maio de 2012

Abre o olho Maria...

Não é novidade para ninguém que o treinador da preferência de Marcelinho Paulista não é o Hemerson Maria. Por isso fiquei irritado com o modo com que Maria foi jogar contra a fraca equipe do América-RN.

É dar o pé pra pegar. Ora, Maria tem uma forma de jogar, que deu certo até agora, e não é aquela apresentada ontem.

Anotem o que vou escrever: Se Maria perder em casa para o JEC, Marcelinho Paulista começa a movimentar-se para contratar outro treinador.

E daí, independentemente de quem chegar vai ser boicotado pelos jogadores, que estão fechado com o técnico que foi campeão estadual.

A coisa vai feder. Espero que esteja errado. Espero também que Maria se ajude e ouse um pouco mais quando jogar fora de casa.

Ele não pode esquecer que não fazia parte do projeto Marcelinho Paulista, e que está no cargo por acaso. Abre o olho Maria.

O Gol de América-RN 1 x 0 Avaí

Roteiro manjado...

Este início ruim de Série B nos faz lembrar de situações passadas. O Avaí inicia com um projeto, e agora estamos no "Projeto Marcelinho Paulista" e depois que a coisa descamba muda tudo. Explico.

Contratamos dois jogadores jovens, de 21 anos. Especula-se mais um outro também nesta faixa de idade. Não me parecem ser os "caras" que precisamos para fazer uma grande Série B.

Mais adiante se a coisa não der certo abandonaremos o projetos e sairemos atrás de jogadores de maior tarimba, provavelmente que não estão sendo aproveitados na Série A. E daí estes caras vem cheios de exigências, salários altos, luvas e etc...

E daí, no desespero o Avaí vai pagar, e aí aquela história do investimento que deveria ter sido feito para não cairmos para a Série B vem à tona.

Enquanto isso o "gordo e encrenqueiro", mas experiente e de qualidade Zé Carlos vai colocando o Criciúma no topo da tabela....

terça-feira, 29 de maio de 2012

45 minutos jogados no lixo

Na postagem anterior eu cobrei outra postura de Hemerson Maria na escalação do time. Três cabeças de área, com Cléber Santana isolado era sinônimo de time retrancado.

O primeiro tempo do Avaí mostrou que eu tinha razão. Se tivéssemos atacantes sensacionais daí poderíamos jogar da forma que jogamos, pois uma hora em um jogada espetacular de nossos craques do ataque decidiríamos o jogo.

Mas a realidade é outra.

O torcedor avaiano é catedrático em Série B. Jogamos mais de dez nos últimos anos, conhecemos bem o terreno, as dificuldades e os erros que nos levam ao FRACASSO.

Empate fora de casa na Série B é péssimo resultado. Os que acreditam o contrário pensam pequeno. Ainda que se esteja no início do campeonato, sabemos que é no primeiro turno que temos que ganhar a maioria dos pontos, pois no segundo turno tudo fica mais difícil.

Dois jogos fora e um único pontinho na bagagem é um percentual horrível!!! O Avaí tem que abrir o olho. Perder de pouco não adianta nada!

Temos mais 17 jogos fora de casa neste campeonato, temos que vencer pelos menos uns 5, para que possamos ter os tropeços normais em casa.

É mais fácil furar a defesa adversária jogando fora de casa do que em nossos domínios (guardem esta frase). Aqui na Ressacada, até os clubes de maior tradição, como Atlético-PR, Goiás e Vitória virão para jogar no contra ataque.

Hemerson Maria, não perca a chance de vencer fora de casa! Arrisque tudo, se de cada 3 jogos fora vencermos 1 teremos grandes chances de subirmos para a 1ª divisão! Arrisque, e exija contratações de porte, porque atletas de 21 anos não resolverão nossos problemas.

Nr: Antes que me esqueça, o Goiás foi goleado pelo América-RN, é verdade, mas jogou com o time reserva!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Arranjaram um lugar para o Marcinho

Substituição no Avaí: sai Robinho, entra Marcinho Guerreiro! Ruim contigo, pior "sentigo", diria o filósofo. E Palhinha no come e dorme da concentração avaiana. E lá vamos nós jogar uma partida no nordeste brasileiro com um esquema com 3 cabeças de área, um homem de criação e dois atacantes.

Mesmo que liberemos mais Pirão e Patric para o ataque o nosso SETOR DE CRIAÇÃO (leia-se: Cléber Santana) ficará bem marcado pelo time adversário, como sempre.

Se Hemerson Maria pensa que está com crédito pelo título estadual, e pela invencibilidade, este está muito enganado. A cobrança será feita na proporção das besteiras feitas.

Pode dar certo este esquema de jogo? Claro, qualquer esquema de jogo pode dar certo, em determinada partida, contra determinado adversário, blá, blá, blá...

O fato é que arrumaram um lugar para Marcinho Guerreiro. As contusões de Bruno e Aelson fizeram com que o Guerreiro Cansado voltasse ao time.

A saída de Robinho, sem a contratação de um substituto é um daqueles erros infantis que não podem acontecer. Para a posição do meio temos Palhinha e tchram!!! Saldanha!!! Lembram dele? Pois é, ainda habita a Ressacada.

Pois é, meu raciocínio é bem simples: saiu Robinho, Palhinha e Saldanha não são colocados para jogar, então que sejam negociados e com a economia destes 3 o Avaí contrate um jogador de ótimo potencial, pois os 3 juntos somam bem fácil uns R$ 100 mil em salários, ou alguém duvida?

Aguardemos o jogo por aquelas bandas, mas é imperioso que se traga logo uma vitória fora de casa. Esta coisa de trazer um pontinho de vez em quando não nos faz subir na tabela, podem ter certeza disso.

domingo, 27 de maio de 2012

Exemplo do Criciúma deve ser seguido

O Criciúma fez tudo errado para iniciar uma competição dificílima como a Série B. Praticamente trocou 11 jogadores do time do Estadual para tentar a ascensão à Série A.

Não vou discutir a campanha deles no Estadual e nem se este início com duas vitórias é enganador ou não, só quero alertar a Diretoria do Avaí para um fato que é inegável: A série B está fácil! O Avaí demorou demais para contratar dois atacantes e pelo menos mais um meia ofensivo.

As equipes são fracas! O Criciúma, montando um time às pressas e com dois atacantes muito bons, Lucca e Zé Carlos está lá em cima com duas vitórias.

O time do Bragantino não é tolo, fez campanha razoável no Paulistão, mas é fraco na defesa. O Tigre entrava na área deles a todo momento, e o resultado foram os 4 gols feitos.

Aliás, o time de Criciúma toma gols com facilidade, mas também os faz da mesma forma, mesmo não tendo uma meia cancha das mais criativas.

Temos talvez o melhor meia da Série B, Cléber Santana, mas temos que colocar mais um jogador ao lado dele para dividir as atenções da defesa adversária. Mas isso só não é suficiente, precisamos de mais atacantes, para disputar posição com Felipe Alves e Nunes, e de preferência um de velocidade e outro de área.

Podemos acumular muitos pontos neste início, se não continuarmos inoperantes no quesito contratações. Por favor repatriar jogadores que nos pertencem, e que estavam emprestados e que já tiveram TODAS AS CHANCES possíveis por aqui sem dar certo é BURRICE! Apresentem novidades e contratem logo, antes que os outros times o façam e fiquemos para trás.

Ah, o EXEMPLO que falo no título da postagem, se não ficou claro, é que um ATAQUE forte é meio caminho andado, e isso não temos no momento.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Tudo volta a normalidade!

Depois de simplesmente o vice do Título Avaiano ter boicotado a festa de premiação dos melhores do campeonato promovida pela Federação Catarinense de Futebol e a RBS a reação desta última entidade foi forte e durou os longos um dia e meio.

Hoje, na mesa bicuda, o clima já era amistoso e afirmaram o FernanDM é o "Senhor dos Clássicos", com a marca de 5 gols em 13 anos jogando pelo vice-campeão do nosso título.

Ele que se cuide, pois logo perderá essa marca, pois o Cleber Santana, que em apenas 3 clássicos marcou 3 gols!

Carreata dos Campeões


Vento sul na Ressacada...

Parece que os dois últimos dias na Ressacada foram de um forte vento sul. Mudanças no Departamento de Futebol e uma parceria a ser anunciada com investidores estrangeiros.

Agora as coisas começam a ficar mais claras(?), ou não?!?!

Não sei que parceria é essa, mas ela é a responsável pela saída de Carlito Arini e a chegada de Marcelinho Paulista. Pensei que a saída de Arini fosse de ordem financeira, achei que ele ganhasse muito e o Avaí estivesse sem grana, mas eu estava errado.

Temos que esperar para ver que parceria é essa, e o Conselho Deliberativo tomar ciência deste acordo, afinal somos um clube de futebol, sem dono, com associados e com um CD que representa estes associados, bem ou mal.

Não acredito em milagres e nem em dinheiro dado sem que haja uma cobrança futura. Um banco quando empresta dinheiro não o faz com um simples aperto de mão entre o gerente e o financiado. Um parceiro no futebol por sua vez quer algum tipo de garantia.

Antigamente tínhamos dificuldades em arranjar parceiros por não termos jogadores para oferecer em troca nas futuras negociações, hoje acredito que o clube tenha o direito federativo sobre alguns jogadores, pelo menos esta era a ideia do tal "custo zero" do Arini.

Amanhã as coisas devem ser esclarecidas (será), por enquanto tenho o direito de ficar com um pé atrás.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Já ia esquecendo. E a terceira camisa???

Foto: Manoel Bento / Avai F.C.
Achei muito bonita a terceira camisa. Lembra aquela de 99, com o escudo da CBF do peito. Aquela, entretanto, tinha listras verticais. E aí, o que você achou?

Diarréia coletiva

Jornalista e ex-escudeiro de Paulo Prisco Paraíso está de volta ao Remendão. Me recuso a dizer seu nome já que era inimigo declarado do Avaí quando ocupava coluna no DC.

Só para lembrar uma "nota" na época de colunista, e esta eu tenho recortada e guardada, ele tratou como "melancólico" o título avaiano na Série C de 1998 pois o Leão foi derrotado no último jogo, pelo São Caetano.

Aliás, naquele dia tomamos o gol aos 38 minutos do 2º tempo quando a outra partida, que poderia nos tirar o título, já havia terminado, nos garantindo o troféu e a estrela amarela no peito.

Outro episódio deste jornalista (?) foi quando arrancou o microfone da mão de Dolmar Frizon dentro de campo, acho que na cidade de Tubarão, impedindo que o mesmo entrevistasse um jogador do time Barbie, quando este ia para o vestiário.

Imagina o medo dos repórteres da CBN e da RBSTV com a volta dele.

Claro que o que vamos ler durante a semana é sobre o grande caráter dele, grande profissional, competência e etc.

E a vida segue...

Separem a saída de Arini de duas formas

1º Ponto: vamos ser honestos, TODOS NÓS pedimos a saída de Carlito Arini durante o campeonato. "incompetente" foi a palavra mais suave usada para designá-lo. Zunino e Arini foram colocados no mesmo patamar de culpa quando o time ia mal. O primeiro por ser o presidente e por ter contratado Arini, e o segundo pela montagem do time. De reboque ainda ia Mauro Ovelha, estou certo?

2º Ponto: Saída natural de Arini. Se era incompetente e se colocamos a culpa nele pelo mal momento e todas as glórias aos jogadores e comissão técnica pela conquista ele teria que ir embora. No entanto ele tinha bom trânsito entre os jogadores. Daí a coisa muda de figura, a permanência dele tornaria-se interessante, estou certo?

Agora, depois do acontecido de ontem, das declarações dos jogadores e etc, os atletas parecem ter ouvido a direção e aceitaram os motivos da saída de Arini.

Eu QUASE sei o motivo, e antes que especulem, não foi por problema de caráter, desvio de conduta nem nada, foi por outra coisa.

Fiquei com uma centelha de esperanças de que os jogadores tenham entendido a situação e de que desta forma o Avaí consiga um bom início de Série B.

Não custa nada um pouco de otimismo agora, logo após a conquista do campeonato, principalmente porque vimos que nossas conquistas dependem muito mais dos jogadores do que de qualquer outra coisa. Este grupo é forte, e é capaz de, a reboque, colocar as coisas administrativas nos seus devidos lugares, sonho?

A polêmica apresentação do Marcelinho Paulista


Fonte: http://www.infoesporte.com.br/

terça-feira, 15 de maio de 2012

Pra que essa raiva toda?




*Clique nas imagens para ampliá-las!

Blogs unidos, finalmente...

Infelizmente, todos os blogueiros avaianos, estão unidos no quesito incredulidade. Ninguém acredita no que aconteceu na tarde de hoje. A saída de Arini até pode ser aceitável, faz parte do futebol, ainda que seja incoerente afinal bem ou mal conquistou o catarinense, montou o grupo, e etc.

Não sabíamos nós é que os jogadores estavam fechados com ele, pelo menos eu não sabia do prestígio que este gozava junto ao elenco.

A atitude do elenco, de completa insubordinação à diretoria, foi desagradável, pelo menos a eles, e mostra também união entre os jogadores, estes não medem forças "contra tudo e contra todos" infelizmente o clube  não está sabendo usar esta força do grupo de maneira favorável.

Iríamos entrar na Série B atropelando, podem ter certeza, o time está embalado. Agora não sei mais o que vai acontecer com o Avaí.

Confesso que não sei o que vai acontecer também com o blog, desanimei MESMO. Desanimar com derrotas, com descenso até acho normal, faz parte da paixão pelo Avaí, mas agora o motivo é outro, estou desanimado.

Tenho tanta coisa mais importante pra fazer do que ficar me incomodando com o Avaí. Não é justo que um clube de futebol me faça perder o sono, me irrite, me atrapalhe na faculdade, no trabalho e nas relações familiares.

Não é justo menos de 24 horas depois deste Avaí nos dar uma alegria tão grande, nos fazer ficar tristes na mesma proporção.

Isso porque estou muito mais light em relação ao Avaí. Mesmo assim ele está me incomodando demais. Tenho que pensar, às vezes é melhor sair de cena.


Reação contundente do elenco contra a saída de Arini



Lamentável. A despedida de Carlito Arini, e a posterior apresentação de Marcelinho Paulista no Avai foi marcada pela reação contrária dos jogadores com esta atitude da Diretoria.

Tudo o que não precisávamos DOIS DIAS DEPOIS da conquista do Campeonato Catarinense. E TUDO O QUE A IMPRENSA PRECISAVA para nos encher o saco.

Meu Deus quando vamos aprender? Quando vamos parar de fazer m... dentro da Ressacada?

Criaram um clima ruim para a estreia da Série B, e quem sabe para todo o campeonato que bate à porta...

Não sei mais o que dizer, estou chocado.

Leiam a postagem do blob "Mundo Avaiano" e entendam, cliquem aqui ou aqui para reportagem do FutebolSC.

*A foto da postagem é do filme "Sociedade dos Poetas Mortos", filme aliás que marcou minha geração. A atitude dos jogadores hoje lembra exatamente esta cena, a cena final do filme, quando... não preciso explicar, quem não viu que veja o filme, tô sem paciência hoje.

Para encerrar o assunto Regulamento.

Sinto-me obrigado a compartilhar com vocês pensamento a respeito da audácia das lamúrias do vice-campeão catarinense de 2012:

Engraçado.
Não vou me limitar ao óbvio e em si só esgotante argumento de que ninguém levantou essa celeuma quando referendaram a fórmula deste ano no Conselho Técnico, ou quem sabe nos últimos 88 anos, em que não tenho notícias de ter havido algum campeonato catarinense no sistema de pontos corridos - se houve, e nesse caso não serão mais que um ou outro de algumas décadas atrás, peço perdão pela ignorância.

Para me limitar ao período mais recente, não ouvi queixas em 2008, quando o Figueirense se sagrou campeão em virtude do mata-mata, mesmo tendo se posicionado atrás de Criciúma e Avaí na classificação geral.

Nem tampouco em 2003, quando o Figueirense conquistou o título também através dos playoffs, mesmo tendo se posicionado atrás de Caxias, Criciúma e Joinville.
Ou talvez em 1994, quando o Figueirense se sagrou campeão igualmente em virtude dos playoffs, tendo pontuado menos que Criciúma, Juventus e Tubarão.
Quando o Avaí venceu os dois turnos em 1998, mas ainda assim se obrigou a disputar um quadrangular final em que ficou em quarto, não me lembro de uma única voz de esperneio quanto ao regulamento, senão tão só madura e redobrada autopenitência pela má performance nessa fase final, que todos sabiam de antemão regra vigente. Apesar de conscientes da posse da mais técnica e regular equipe do campeonato, houve simples assunção de plena culpa pelo péssimo desempenho de cavalo paraguaio, porque sabido de todos que o torneio não se exauria em sua jornada regular, mas demandava estratégias que envolviam mesmo queimar menos cartuchos no começo para gastá-los mais adiante, em sua fase efetivamente decisiva. Postulado esportivo igualmente válido numa corrida, numa maratona ou numa luta, dentre infinitas outras modalidades.
Muito coincidentemente eu nunca ouvi choro em provavelmente metade dos estaduais em que o líder da fase classificatória não levou o caneco, ou dos perdedores nesses moldes em Copa do Mundo, Libertadores ou UEFA Champions League. Quem sabe seja interessante nós retroagirmos uma revisão de todos esses títulos? Mas é tudo o que ouço agora quando o soberbo Figueirense toma um tufo histórico de 5 gols numa final e empresta suas dependências para o rival levantar o troféu.
Tudo isso a despeito de contar com um orçamento não muito menor que de todos os demais disputantes somados, em virtude da distorção acarretada pelas cotas de televisionamento do Nacional, acachapantes ao caráter competitivo particularmente dos campeonatos regionais. Quem sabe uma aí sim relevante bandeira pela justiça a ser levantada em culto ao desporto?
É sempre sadia a prévia discussão sobre o que se privilegiar em futuros regulamentos, tensionando as preocupações com a meritocracia e a atratividade nos torneios: no esporte, deve se premiar a regularidade ou a superação, uma competência sustentada ou arrebatamentos homéricos?
Mas, no contexto imaculado de um baile tamanho que não permite sequer aos mais desavergonhados pensar em recorrer a subterfúgios tradicionais como de censura à arbitragem - e olha que assinto em haver vezes nas quais este argumento tem efetiva relevância -, suscitar tal discussão, após um século de silêncio, só no conveniente momento em que subjugado de forma inconteste, a meu ver configura, simplesmente e com inspiração nesse preciso Dia das Mães, uma postura que se corrige na infância: a de mau perdedor.
Este, para além da natural e menos significante derrota no campo esportivo, passa o recibo de uma muito mais grave prostração moral e, assim, é perdedor ao quadrado, revelando uma falha de formação que inquina a alma de forma permanente.
Como que querendo evidenciar que a imputação ora aventada não é leviana, o clube vice-campeão a ratifica, seja pela vinda à tona das pueris declarações de um certo dirigente, seja pelo incivil boicote a uma cerimônia de encerramento do certame.
Nesse momento em que extraio minha conclusão: o campeão, muito mais que o título épico conquistado no campo, deve comemorar o fato de ver seu espírito livre de semelhante tacanhez.


Abraço,
Gustavo Roberge Goedert

Wilson, um cara de caráter!


Me desculpe toda a torcida do Avaí, mas admiro pessoas de caráter, sem distinção de raça, credo, religião, nacionalidade, partido político, time de futebol, etc...

E o goleiro Wilson, do time do estreito, mostrou ontem que é um cara de caráter, compareceu a festa dos melhores do campeonato catarinense, para receber a sua premiação.

Constrangido, teve que ir buscar um dos prêmios dedicados ao clube, pois o auditório pediu que ele fosse.

Parabéns Wilson!