quinta-feira, 24 de março de 2011

Marquinhos já é maestro de novo?

Não, a pergunta certa é: ele deixou de ser maestro em algum momento? Ora, até mesmo no empate entre Avaí x Criciúma, recentemente na Ressacada, com o jogador Mika (aquele do gol do título no 1º turno) fazendo marcação individual, o Galego jogou muito.

Esteve abaixo contra o Ipatinga, mas naquele jogo o time quase por completo esteve mal. Mas jogou demais contra o Imbituba e ontem novamente.

Marquinhos sempre será o mais cobrado, é pra ele que vamos olhar quando o time estiver perdendo ou em dificuldades em uma partida. Sempre esperaremos que ele resolva o jogo. Ele sabe lidar com isso, sabe quando vai mal e acha que deve mesmo ser cobrado.

O importante é que ele não foge da responsabilidade. Ele diz "eu errei" quando tem que dizer. Por isso é ídolo, não tem medo de jogar ou de falar. Não é a tôa que vestiu a camisa do Flamengo, Santos, São Paulo, Atlético-MG, etc... igualzinho a outro ídolo de um certo time, que vestiu a camisa do time B do Palmeiras, do Shyng Shon Shun da Coréia e do... daquele time de um país árabe que não me recordo o nome agora.

E dá-lhe Galego, pra desespero dos inimigos!

Um comentário:

  1. Amigos,

    Sei que aqui não é o espaço mais apropriado, porém cultura e cidade tem tudo a ver com o Avaí e com o Elite.

    A foto me fez lembrar do espetáculo de terça-feira na Beira-Mar, com o maestro João Carlos Martins, torcedor da Lusa e artista da mais alta sensibilidade.

    Quem foi teve o prazer de ver como Bach, Beetoven e Mozart podem combinar com cuíca, bernunça e churrasquinho.

    Muita arte, muita emoçao e show de civilidade do público florianopolitano. Pra variar, a maioria das camisas futibolísticas era do mais elegante, querido e belo time de SC.

    No final Guga, sobe ao palco e agradece, em nosso nome, ao Maestro.

    Parabéns Florianópolis!

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