terça-feira, 19 de abril de 2011

Força máxima

Não adianta fazer onda. O grande empate conseguido no Rio de Janeiro, com Marquinhos ausente do time, não quer dizer que o time melhorou sem nosso maestro.

Marquinhos deve sim voltar ao time titular. É nosso jogador mais qualificado e tem poder de decidir uma partida. Seja com uma assistência, ou com algum lance genial.

Só lamento, que na volta dele o esquema deva ser o 3-5-2, com Marquinhos novamente sobrecarregado na armação do time. Acho que Julinho deveria enconstar mais pela esquerda, formando, como deve ser no 3-5-2, o meio junto com Marquinhos, o ala direito e os dois marcadores, daí sim teríamos o "5" do esquema no meio de campo.

Espero que o time esteja mais entrosado neste jogo e neste esquema para que tudo dê certo. A fórmula do sucesso é jogar rápido no contra ataque, municiando Rafael Coelho e William.

A zaga botafoguense vem desfalcada do ótimo Antonio Carlos, e Fahel deve formar o setor com o contestado João Felipe.

Podemos vencer, sem sustos, só temos que respeitar o Botafogo. Seu técnico, aliás, fala em jogo da vida, e sabe que a eliminação pode ter consequências terríveis, com dispensa de jogadores e o próprio emprego do treinador balançando.

Um comentário:

  1. Se o Silas colocar o Marquinhos sozinho no meio, rodeado de um punhado de volantes, pode esquecer, não vai chegar uma bola redonda lá na frente, e o Botafogo vai deitar e rolar.
    Nesse esquema, a defesa ficará sobrecarregada e, provavelmente, o Bruno será expulso.
    Quer dizer, com esse tipo de escalação, adeus tia Chica!
    Precisamos de um time forte do meio pra frente, pra criar preocupação na defesa deles, e fazer gols, porque se eles jogarem soltos vão sufocar o Avai e ganhar o jogo.

    ResponderExcluir

Comentários anônimos serão excluídos. Sugere-se a utilização das demais formas de identificação disponível.