sexta-feira, 10 de junho de 2011

Da série: para bom entendedor meia palav...

Se você tivesse um pacote de notas de cem reais, novinhas em folha, perfazendo um montante de quase 6 dígitos e fosse pedir para alguém depositar este dinheiro, indo até o banco a pé você mandaria...

a) ...um funcionário, que você acabou de contratar e que veio com boas referências, mas que só trabalha na sua empresa há 5 dias;
b) ...um funcionário mais experiente, mas que nunca fez um depósito nestes valores;
c) ...seu filho, que não é funcionário da empresa, mas é... SEU FILHO!

Confiança nas pessoas não se compra na esquina.

5 comentários:

  1. Ah conta aí do que se trata né o

    ResponderExcluir
  2. Adir José da Silva Junior10 de junho de 2011 17:04

    Depende.
    Se fosse uns gestores públicos que conhecemos e que não estão nem aí para o fato de estarem representando uma organização e não os seus próprios interesses, daria ao filho. Se fosse o CNJ, que editou inúmeras regras antinepotismo com a finalidade de moralizar o serviço público, acho que optaria por uma das duas primeiras alternativas.

    ResponderExcluir
  3. Se a instutuição não é particular. Chama-se nepotismo. Se é uma instuição que opera dentro da lei, existe nota fiscal, balanço financeiro, auditoria... e cadeia pra quem rouba. Ismael

    ResponderExcluir
  4. Com todo este dinehiro eu criaria vergonha na cara e contrataria gente competente para fazer isso.
    É sabido que filhos, cujos pais nadam na grana, se sentirem os reis da cocada e desandarem a fazer besteiras.

    ResponderExcluir
  5. Este post foi de uma infelicidade!!! Não se discuti confiança e sim capacidade e qualificação. Atributos que o filhinho mimado do papai não as possuem. Futebol é algo sério, não para principiantes e garotinhos mimados do papai!!!

    ResponderExcluir

Comentários anônimos serão excluídos. Sugere-se a utilização das demais formas de identificação disponível.