quinta-feira, 2 de junho de 2011

"Mágua"

Um torcedor brocolense comentou na última postagem do Roberto Costa, dizendo que ele tem "mágua" guardada.

Como não tenho qualquer tipo de especialização em Lingua Portuguesa, me atendo a um vocabulário perto de 200 ou 300 palavras, gostaria que alguém me explicasse o que diabos é esta tal de MÁGUA!

A propósito, como identifiquei que o comentário era de uma barbie histérica, eu deletei.

4 comentários:

  1. Só pra teu controle: "À propósito" não tem crase
    Airton Costa

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  2. ROGÉRIO, pelo menos o barbye se identificou? Ou foi mais um dos que se escondem no anonimato? Eu falei de uma coisa presenciada, mostrada na TV, portanto, comprovada. É claro que existe mágoa, porque o ideal seria que os homens da mídia televisiva, entidade que trabalha por concessão pública, deveria tratar sem distinção o público, sem preferência, o que não ocorre. No dia do jogo do Avaí com o São Paulo, veio cobrir o jogo um comentarista que foi guindado de Floripa para São Paulo, e participou da mesa bicuda na RBS, acho que Marquinho. O rapaz, ainda jovem, mostrou uma postura interessante, coisa de profissional, com boa empostação de voz e muito equilíbrio no que dizia. Razão pela qual, certamente, ganhou a oportunidade de subir a um partamar superior. O que sobra, vai ficando. Paulo Brito e Miguel, querendo mostrar serviço diante do convidado, repetiram a única coisa que sabem fazer, a pantomima de falar entre si como gladiadores. A mágoa existe, sim, porque Renan na mídia nacional vem recebendo enfoque privilegiado, está ganhando preojeção nacional, com possibilidade futura de internacional. Mas o torcedor avaiano já está acostumado. Que os maldosos prossigam lambendo o ídolo municipal, há anos mofando no Estreito, até gastarem a língua. - Roberto Costa

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  3. Prof. Tititica explica:
    Como faz tempo que ele não limpa a caixa dágua, está tomando uma água ruím, uma MÁGUA!!!

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  4. Eu, na verdade não poderia dizer exatamente o que vem a ser "mágua", porém, como procuro ser diligente e atencioso ao encarar as necessidades alheias, gostaria de sugerir, para a solução desta incógnita, aflitiva e estressante, uma consulta à CASAN.

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