terça-feira, 21 de junho de 2011

Rádio velho

Existem bens antigos que valem a pena serem conservados. Para isso existem os processos de Tombamento, processos através dos quais, reconhecido o valor cultural de algum bem, ele é tornado oficial e tem assegurada a sua mantutenção. Mas nem tudo que é antigo tem valor cultural, por isso o processo capaz de apurar essa condição.

Assim não fosse, qualquer casa velha poderia ter assegurada a sua manutenção.Há um profissional de mídia em nossa cidade, antigo, já com cara de rádio velho, e que cabia no mundo cultural, mas provinciano de algumas décadas passadas, profissional que nunca se reciclou e que pratica os mesmos gestos e emite as mesmas frases prontas todo santo dia.
Não consta que tenha sido tombado, nem que tenha algum valor cultural reconhecível para esse fim. Mas segue mantido, em atividade. Até quando? Até quando!????

Hoje, por exemplo, deu mostra de como trabalha, trazendo a público informações deprimentes a respeito de um clube de futebol da cidade, Clube de tradição, orgulho de grande parcela de clientes (telespectadores, inclusive assinantes de TV-cabo) da empresa em que essa figura trabalha, informações obtidas, segundo suas próprias palavras, da manicure de uma terceira indefinida pessoa.

Disfarçadamente seus colegas de mesa coçaram a testa, contidos ante à falta de jeito do colega. E além da fonte medíocre, da informação não checada, ainda tem o assinante de suportar o ódio que essa pessoa destila sobre a agremiação que desprestigia e à qual diz ser simpático.

Enfim, como há gosto pra tudo no mundo, há também os que querem, porque querem, designar isso como jornalismo.

Não sei quantos novos jornalistas a UFSC fornece ao mercado todo ano, gente atualizada, cheia de gás, preparada para os desafios de um novo século recém iniciado. Sinceramente, rádio velho é coisa de museu, não cabe mais no contexto desse tempo novo. A cidade, os telespectadores catarinenses merecem ser melhor representados. - Roberto Costa (O nosso).

7 comentários:

  1. Roberto, o problema é que eles trazem "jornalistas" de SP, sul do estado e da capital ninguém.

    uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
    (by poeta das frases batidas)

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  2. Concordo ipsis literis.Aliás, certos rádios velhos, nem para o museu deveriam
    ir.Quem sabe, assumir a presidência do
    glorioso Coquinho FC.

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  3. Perfeito esse post. Nada a acrescentar, apenas que a faculdade de jornalismo da UFSC coloca no mercado uma média de 40 novos jornalista a cada ano. E a nossa faculdade é considera a melhor do país. Muitos desses recém formados estão no mercado paulista.

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  4. Rogério e Roberto, estou reproduzindo na integra esse post em meu blog. Espero que não tenha problema.
    Abraços.

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  5. KK DE PAULA, muito honrado com a reprodução do meu texto no seu BLOG. Grato. Roberto Costa.

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  6. Este cidadão, nitidamente de mal com a vida, recalcado de sua aparência insignificante, destila o ódio diariamente pelo microfone. Ano passado disse até a última rodada que o Avaí seria rebaixado. No ano do acesso fez uma campanha sórdida contra o Eduardo Martine. Frequentemente lança calúnias no ar sem a menor responsabilidade, mas o pior na minha opinião é que grande parcela da torcida o leva em consideração e já existe um padrão de comportamento nas manifestações. Em vez de um comportamento alegre, muitos parecem chorões, culpando arbitragens e complos por derrotas. No futebol que eu aprecio deve-se comemorar efusivamente as vitórias, mas tambem saber reconhecer os melhores momentos dos adversários.

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  7. E mais, o seu ódio é tanto, que passou a prstigiar as coisas do rival. Noticiou o interesse de um clube pelo mão furada", mas revelou não saber qual o clube, ele deve contar essa pro bonequinho. É claro que é notícia plantada, dita talvez pela manicure, ou então, o clube interessado é tão inexpressivo que ele preferiu omitir. Seria o Real Madri? A Inter de Milão? O Porto? O Corunthians não é, pois contratou um por esses dias... - Roberto Costa

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