segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Uma semana de trabalho

O técnico Alexandre Gallo terá uma semana para trabalhar o elenco. Tempo precioso e que ele não tinha há tempos.

Também é um período importante para jogadores que tem sofrido grande desgaste, como William, Batista e Pedro Ken que se doam ao time os 90 minutos.

A partida de ontem mostrou mais uma vez que o Avaí tem que ter atenção durante todo o jogo, pois um time como o São Paulo que tem jogadores talentosos em seu elenco não costuma perde chances de matar o jogo.

Hoje pela manhã abri um comentário no blog, já devidamente deletado, de um babaca, anônimo é claro, contestando minha opinião sobre a saída de Arlan por causa do cartão amarelo. Este, é o famoso comentarista de resultado, trabalha em cima do placar por falta total de capacidade de enxergar outra coisa.

Ora, o Avaí é o time "mais violento" do campeonato, o que mais tomou cartões amarelos, então não fica difícil de adivinhar que os jogadores "amarelados" são candidatos fortíssimos a expulsão. Não sei se o cara viu um jogo em um bar, tomando umas e outras, ou em casa, revezando entre o jogo e o Domingão do Faustão, mas o fato é que falta percepção a alguns torcedores, ou sei lá se um cara destes torce para o Avaí.

Ele também contestou a entrada de Caíque ao invés de Cleverson. Ora, Caíque, até onde sei foi contratado para ser titular, se atuou bem ou mal é questão de opinião, mas fez a jogada do gol.

Cleverson entrou muito bem novamente, mas há 3 semanas passadas eu recebi alguns comentários pedindo sua dispensa, reclamando das cores das chuteiras e também que estaria "mascarado".

O que acho engraçado destes babacas que comentam anonimamente é o fato de aparecerem somente nas derrotas, é a turma do "quanto pior melhor", que torce contra, e deve ter ficado injuriada com o acesso, com o bicampeonato, com a vaga na Sulamericana, com vitórias épicas, etc, tudo porque não é da turma que está lá. Deve ser alguma viuvinha...

Um comentário:

  1. Na verdade eu também achei que o Cleverson demorou muito, mas muito mesmo, pra entrar no time, tanto quanto o Batista demorou pra sair.
    O Batista deve ter alguma preferência, porque passou o jogo todo sem acertar nada e só foi sacado no final.
    Quando o Cleverson entrou, o Avai ficou mais ofensivo e prendeu mais a bola no ataque, que era uma das coisas que faltavam ao time.
    Alas fizeram falta ao time ontem, porque o São Paulo lotou o meio de campo e a melhor saída seria pelas laterais.

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