domingo, 11 de setembro de 2011

O dedo do treinador


Ainda no melhor estilo “operação Gallo”, quando Toninho Cecílio não segurou o Santos – bem no momento em que colocaria Gian no time – a imprensa foi implacável: demorou a mexer, mexeu mal e blá, blá, blá.

Pois bem. E agora? Entrou com o time tão pedido pela imprensa e por parte da torcida. Teve que mudar.


No vestiário tirou Pedro Ken e voltou com Batista. Acertou o meio.  No meio do jogo tirou Rafael Coelho e colocou Estrada. Deu consistência e abriu espaço . Tirou o vigoroso Bruno e colocou Cléverson. Empatou o jogo. Grande resultado? Claro que não. Mas, os comentaristas não falam tanto em “circunstâncias do jogo”? Ué?.

Em tempo: citamos sempre a imprensa, não é para colocar a culpa nela. É porque eles são os experts e nós, que não entendemos nada, somos apenas espectadores. Dai porque eles sempre são citados como fontes científicas para entendermos um jogo de futebol

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