domingo, 11 de setembro de 2011

Uma repetição do Caso Gallo

Quando o Gallo chegou o time estava em “frangalhos”. Ele parece ter cometido alguns erros na chegada, porque teve que mexer em algumas pequenas “repúblicas” na Ressacada.

Pra mim ele foi vítima de alguma facção da “democracia corinthiana” que tinha vida por aqui. Mas, foi corajoso. Trouxe um bom goleiro, enfrentou a falta de zagueiros – por contusões e falta de qualidade – pegou o time com um quadro irregular de preparação física (e não tem nada a ver com o Buch, tem a ver com Copa do Brasil, com chegada de novos jogadores em períodos diferentes, e etc.) e, para finalizar, foi o responsável direto pela chegada de Lincoln.

Enfim, preparou a “casa” que acabou sendo ocupada, por força do destino e essas coisas do futebol, pelo Toninho Cecílio. Mas, o que me chama a atenção é que algumas fofocas e comentários da imprensas foram “cirúrgicos” com o Gallo e agora estão se repetindo com o Toninho Cecílio.

Acho que agora, o caminho para nós é um só: deixemos o homem trabalhar. Está tendo que consertar o motor com o carro andando e os inimigos de plantão sabem disso, mas não estão dando tréguas. Preparam a “cama” do novo treinador antes dele chegar e foram surpreendidos com sua habilidade, principalmente para recuperar o emocional do grupo.

De quarta-feira para cá só repetiram uma coisa “se ele for sacar todo mundo que falha, não vai sobrar ninguém...”. Cuidado, amigos do blog, esse comentário é típico de quem está coordenando uma nova “Operação Gallo”. Nós não vamos cair nessa.

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