segunda-feira, 14 de maio de 2012

Time frio e time frio

Taí uma boa discussão entre amigos, tomando uma cervejinha...

Os dois times da capital mostraram nesta final total frieza.

O Avaí a frieza de decidir, a tranquilidade dos jogadores, saindo lá da defesa, sem medo, até chegar a meta adversária.

Tivemos Cléber Santana como maestro, que teve a frieza, de, mesmo perdendo três penalidades no campeonato, cobrar a penalidade da final, que cara frio!

Nossa defesa era fria e segura.

Nosso goleiro era de uma frieza impressionante, foi o dono da área, poucas vezes conseguiram batê-lo.

Nossos atacantes foram frios, no momento certo colocaram a bola na rede adversária.

Antes de tudo isso fomos frios, no empate no clássico que nos fez arrancar no campeonato, na vitória em Blumenau e na virada em Chapecó...

O time deles também foi frio nestas finais. Frio no sentido de que não teve vibração, não conseguiu acabar com a frieza mesmo com o apoio da torcida, o discurso inflamado se perdeu durante a semana e quando entraram em campo e viram Cléber Santana, Diego e Cia murcharam, esfriaram ainda mais.

Existem dois tipo de times frios, e agora sabemos bem a diferença entre eles.

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